... Projeto redação, nota : 920...
Os brasileiros convivem há décadas com um terrível inimigo: o mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças graves como : a dengue, chinkungunya e a febre da zika. Com o objetivo de reverter esse desafio, a conscientização da população e tomadas de medidas são de fundamental importância para a redução e, quem sabe, a erradicação desta doença no Brasil. Combater a epidemia: eis um desafio à sociedade brasileira.
Os brasileiros convivem há décadas com um terrível inimigo: o mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças graves como : a dengue, chinkungunya e a febre da zika. Com o objetivo de reverter esse desafio, a conscientização da população e tomadas de medidas são de fundamental importância para a redução e, quem sabe, a erradicação desta doença no Brasil. Combater a epidemia: eis um desafio à sociedade brasileira.
Em
uma primeira abordagem, é importante sinalizar que, a questão constitucional e
o desleixo do brasileiro, estejam entre as causas desse problema. De acordo com
Ministério da Saúde, entre janeiro e abril, o país relatou 749,5 mil casos de dengue,
um aumento de 234,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Falta de
saneamento básico e condições climáticas favorecem a circulação do mosquito em
praticamente todos os estados, aumento casos de proliferação do mosquito. Dessa
forma, tratar destinação do esgoto e água parada, é uma necessidade, e não fato
opcional.
Outrossim, é valido salientar que, apesar de inúmeras campanhas de
conscientização e mutirões de combate aos criadouros de mosquito, a epidemia
aumenta ano a ano. Segundo Emmanuel Levinas, o homem contemporâneo mantém suas
relações com o meio de forma egoísta e sem responsabilidade, procupando-se
apenas com seu ser. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que a
alteridade civil pode ser encaixada na teoria do sociologo, visto que a coercitividade
social não e bem enraizada na sociedade.
Torna-se evidente, portanto, que a
transmissão de doenças pelo mosquito Aedes aegypt no Brasil é grave e exige
soluções imediatas, e não apenas um belo discurso. Ao Ministério da Saúde, cabe
colocar mais fiscais em regiões/comunidades carentes, além de distribuir
cartilhas com informações sobre meios de prevenir a prole do mosquito. A
mobilização da sociedade é fundamental, a mídia, por meios de propagandas
reforce os cuidados em combater criadouros na região. A escola instituição de
valores, deve promover palestras aos pais e alunos que discutam essa situação
de maneira clara e eficaz. Talvez dessa forma o Aedes aegypt se faça presente
apenas em futuros livros de historia.
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